O deputado federal Filipe Barros (PL) foi o primeiro a manifestar nas redes sociais o apoio aos Estados Unidos pela derrubada do ditador de esquerda da Venezuela, Nicolás Maduro: “o narcoregime de terror que Maduro vem plantando há anos colhe hoje a reação necessária (e louvável) de Donald Trump. Tenho certeza que este 3 de janeiro é um novo dia da independência para o povo da Venezuela. Sigamos vigilantes para que Lula não acolha um ditador em território nacional.”
O deputado estadual Do Carmo, do Podemos, também se manifestou: “a prisão de Nicolás Maduro simboliza o fim de um ciclo de dor e sofrimento para o povo venezuelano. É um momento carregado de esperança, justiça e renovação. Que este seja o início de dias mais humanos, dignos e livres para toda a Venezuela.”
O senador paranaense Sergio Moro (UB) também se manifestou: “o fim de Maduro, o tirano de Caracas. Melhor para Venezuela e para o mundo.”
Cristina Graeml, que articula disputar o Senado Federal, replicou no Face uma foto publicada por Trump: “Nicolas Maduro a bordo do USS Iwo Jima” e mostrou imagens do ataque aéreo, além de uma postagem sobre a ação: “u m uma operação histórica, os Estados Unidos capturam o líder venezuelano Nicolás Maduro e sua esposa. A notícia foi confirmada por Donald J. Trump em sua rede social, anunciando uma coletiva de imprensa em Mar-a-Lago para mais detalhes. Um momento decisivo para a Venezuela e para o mundo.”
O vereador curitibano Bruno Secco (Rep) reproduziu uma imagem de uma imagem de Nicolás Maduro sendo retirada de um prédio em Caracas e foi além, previu que Lula será o próximo.
Eder Borges outro inimigo da esquerda fez várias postagens, em uma delas falou assim: “ditador e principal aliado de Lula na América Latina acaba de ser capturado por tropas americanas. Chega ao fim a ditadura comunista da Venezuela. Ventos de mudança chegam ao nosso continente.”
A deputada federal licenciada e ministra do governo brasileiro de esquerda Gleisi Hoffmann replicou uma postagem de Luiz Inácio Lula da Silva (PT): Os bombardeios em território venezuelano e a captura do seu presidente ultrapassam uma linha inaceitável. Esses atos representam uma afronta gravíssima à soberania da Venezuela e mais um precedente extremamente perigoso para toda a comunidade internacional.
Atacar países, em flagrante violação do direito internacional, é o primeiro passo para um mundo de violência, caos e instabilidade, onde a lei do mais forte prevalece sobre o multilateralismo.
A condenação ao uso da força é consistente com a posição que o Brasil sempre tem adotado em situações recentes em outros países e regiões.
A ação lembra os piores momentos da interferência na política da América Latina e do Caribe e ameaça a preservação da região como zona de paz.
A comunidade internacional, por meio da Organização das Nações Unidas, precisa responder de forma vigorosa a esse episódio. O Brasil condena essas ações e segue à disposição para promover a via do diálogo e da cooperação.”
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Fonte:Blog do Tupan