Benefícios começam a ser pagos entre 26 de janeiro e 6 de fevereiro.
INSS define datas e valores de pagamento dos benefícios para 2026 com reajuste de 6,79%.
O reajuste de 6,79% no piso previdenciário do INSS é uma notícia que traz alívio e expectativa para milhões de beneficiários. Com o novo valor, que passa a ser R$ 1.621,00, a previsão é que os pagamentos comecem entre 26 de janeiro e 6 de fevereiro de 2026. Essa mudança é especialmente significativa para os que recebem benefícios iguais ou inferiores a um salário mínimo, que totalizam cerca de 21,9 milhões de pessoas.
Entenda o impacto do reajuste
O custo total do reajuste para esses beneficiários será de aproximadamente R$ 30,7 bilhões em 2026. Cada aumento de R$ 1 no salário mínimo representa um impacto adicional de R$ 298,124 milhões para os cofres públicos. É importante notar que os números divulgados consideram apenas os benefícios do Fundo do Regime Geral de Previdência Social (FRGPS), excluindo benefícios assistenciais como o BPC/LOAS.
Datas de pagamento
Os pagamentos serão realizados conforme o número final do cartão de benefício, desconsiderando o dígito verificador. A sequência de pagamentos é a seguinte:
Cartão terminado em 1: 26 de janeiro
Cartão terminado em 2: 27 de janeiro
Cartão terminado em 3: 30 de janeiro
Cartão terminado em 4: 31 de janeiro
Cartão terminado em 5: 1 de fevereiro
Cartão terminado em 6: 2 de fevereiro
Cartão terminado em 7: 3 de fevereiro
Cartão terminado em 8: 6 de fevereiro
O que esperar a seguir
Os benefícios acima do mínimo não serão afetados diretamente por esse reajuste, pois terão seus valores corrigidos anualmente de acordo com a variação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC). O valor do INPC para dezembro será divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) no dia 9 de janeiro de 2026, e isso influenciará os ajustes futuros.
Com essas mudanças, os beneficiários devem se preparar para um novo cenário financeiro, que promete um alívio em meio a um contexto de inflação e aumento do custo de vida.
Fonte: www.infomoney.com.br
Fonte: Divulgação


