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Fictor usou mansão para atrair petistas e tentar sabotar CPMI do INSS

A empresa Fictor alugou uma mansão em Brasília para articular ações políticas, incluindo sabotagem à CPMI do INSS.

A Fictor, em meio a investigações da Polícia Federal e com dívidas de R$ 4 bilhões, alugou uma mansão no Lago Sul, em Brasília, para se tornar um centro de articulação política. O local foi utilizado para encontros com membros do governo Lula e para uma reunião que visava elaborar um dossiê contra Eli Cohen, testemunha da CPMI do INSS.

O consultor da Fictor, Felipe Alcântara, organizou um encontro entre o deputado Paulo Pimenta e Rogério Giglio, que havia gravado uma conversa ilegal com Cohen. Giglio acusou Cohen de pedir dinheiro para depor contra o governo, mas posteriormente se retratou, afirmando ter sido pago para mentir e prejudicar o advogado.

Pimenta alegou não saber que a mansão pertencia à Fictor e desconfiou das informações de Giglio, afirmando que apenas consideraria relevantes as informações formalizadas à Polícia Federal. Além disso, a Fictor também buscou estabelecer contatos com a Usina Hidrelétrica de Itaipu para gerenciar um fundo de reserva, mas a proposta foi frustrada pela legislação.

A mansão, com 497 metros quadrados, foi alugada por Luis Phillippi Rubini até dezembro de 2025. Rubini, que se diz ter deixado a Fictor em 2024, nega qualquer envolvimento nas ações mencionadas, enquanto figura como credor da empresa com R$ 35 milhões em contratos.

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