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PSD paranaense trava disputa interna para definir sucessor de Ratinho Junior em 2026

Evento do agronegócio acende debates sobre o futuro político do Estado, com três nomes no partido e tensões entre lealdade e viabilidade eleitoral.

O Show Rural Coopavel, na 38ª edição em Cascavel, assumiu papel central em discussões sobre a sucessão no Paraná após o governador Carlos Ratinho Junior (PSD) concluir seu segundo mandato. Com o foco em 2026, a decisão sobre quem liderará o Palácio Iguaçu ainda não foi formalizada, mas o PSD enfrenta divisão entre os três potenciais candidatos: Alexandre Curi, presidente da Assembleia Legislativa; Guto Silva, secretário das Cidades; e Rafael Greca, ex-prefeito de Curitiba e atual secretário de Desenvolvimento Sustentável.

Guto Silva e Alexandre Curi protagonizam a briga mais visível, enquanto ambos buscam apoio direto de Ratinho Junior. Guto Silva defende sua experiência no governo estadual e afirma ser o único candidato com plano voltado à gestão, descartando outras possibilidades como vice ou senador. Ele planeja se desincompatibilizar em abril, com início de pré-campanha mais contundente, baseando-se em uma trajetória que o tornou familiar com todas as áreas de atuação no Estado.

Já Rafael Greca alega liderar pesquisas internas, com mais de mil entrevistas, o que reforçaria sua preferência como candidato. Ele deixou claro que não aceitaria ser uma escolha que comprometa as chances do partido. A convicção de Greca é de que apenas o nome com maior potencial poderá garantir a vitória do PSD na eleição seguinte, caso a sigla não opte pela melhor alternativa.

Ainda que Ratinho Junior tenha indicado abril como provável data para o anúncio da escolha, há preocupação entre aliados de que adiar a decisão pode fragilizar o controle do partido sobre a sucessão e aumentar os riscos de divisão.

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