O verão no Brasil vem registrando temperaturas mais elevadas e variabilidade climática maior do que a observada nos últimos anos, criando condições para a propagação de agentespatogênicos como vírus, bactérias e insetos que ameaçam a criação animal.
Essa situação intensifica os riscos à competitividade do agronegócio, especialmente em 2025, quando as exportações de carne bovina atingiram 3,5 milhões de toneladas. O estresse térmico nos rebanhos e a multiplicação de microrganismos em ambientes de produção elevam o perigo de contaminações durante o transporte e o manejo dos animais.
A adoção de sistemas automatizados de biossegurança surge como solução prioritária, permitindo monitorar procedimentos essenciais como limpeza de veículos, desinfecção de equipamentos, acesso de pessoas e controle de temperatura. Além de aumentar a confiabilidade, essas tecnologias geram registros que facilitam a comprovação de padrões para mercados internacionais, como União Europeia, China e Oriente Médio.
Entre as inovações destacadas está o TADD System, que realiza descontaminação térmica em 48 minutos sem o uso de produtos químicos, reduzindo custos e impactos ambientais. A exigência por sistemas preventivos e consistentes passa a ser fundamental para garantir a permanência do Brasil no comércio global, diante da persistência de verões mais quentes e instabilidade climática crescente.

