O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Dias Toffoli afirmou que recebeu recursos financeiros por sua participação societária em uma empresa familiar. De acordo com o ministro, os repasses que supostamente o ligariam ao Banco Master vinculam-se à venda de parte do resort Tayayá.
Tofolli disse que todas as operações ocorreram dentro da legalidade e que os valores foram devidamente declarados à Receita Federal ao longo dos anos. Ele explicou que mantém sociedade na empresa Maridt ao lado de familiares há anos.
O ministro acrescentou que essa participação motivou o recebimento de valores decorrentes de negociações empresariais. Ele afirmou que seu nome não aparece em registros públicos da companhia, pois a empresa opera como sociedade anônima de capital fechado.
Toffoli reiterou que os repasses financeiros ocorreram de forma regular e transparente. Ele destacou que as transações possuem origem e destino identificáveis e que os valores foram registrados junto aos órgãos fiscais.

