O Tribunal de Contas da União (TCU) elevou o nível de confidencialidade do processo que analisa o Banco Central do Brasil em relação ao Banco Master. A nova medida, aprovada pelo ministro relator, obriga que a visualização dos documentos seja feita apenas mediante permissão específica, mesmo para servidores do próprio TCU.
A ação busca evitar vazamentos de informações já classificadas como sigilosas pelo Banco Central, além de reforçar a proteção de dados sensíveis durante as investigações. A decisão foi comunicada oficialmente ao Banco Central, que permanece como parte do processo.
O TCU informou que adotou esse tipo de restrição em outros casos considerados delicados. O tribunal garantiu que o Banco Central poderá acessar os documentos sempre que necessário, sem prejuízo ao andamento da fiscalização.
A fiscalização envolve recursos públicos e supervisão de órgãos federais, como o Banco Central, que costuma lidar com dados protegidos por sigilo bancário ou regulatório. As investigações em curso incluem práticas do Banco Master que têm gerado atenção no mercado financeiro, mas os detalhes da auditoria seguem sob confidencialidade.

