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A era da execução automatizada: como a inteligência artificial muda o trabalho

A tecnologia da inteligência artificial evolui para a era dos 'agentes de execução', permitindo tarefas autônomas e eficientes.

A popularização da inteligência artificial (IA) tem sido marcada pelo acesso a chatbots e assistentes virtuais. No entanto, o uso dessa tecnologia no dia a dia está evoluindo rapidamente e está prestes a marcar uma nova fase, conhecida como a era dos 'agentes de execução'.

Esses agentes de IA são capazes de realizar tarefas complexas por períodos prolongados, utilizando arquivos e dados disponíveis no computador ou em sistemas conectados. Eles operam com base em raciocínio avançado e memória, permitindo a execução de tarefas de forma autônoma dentro de limites claramente definidos.

A adoção dos agentes de fronteira é marcada principalmente pela possibilidade de interagir com grandes bancos de dados e sistemas corporativos, em um movimento que posiciona a tecnologia como uma 'espinha dorsal' dos fluxos de trabalho. Isso significa que os profissionais humanos podem se concentrar em tarefas de maior impacto e valor, enquanto os agentes de IA executam tarefas de forma eficiente e autônoma.

Essa mudança nas atividades cotidianas é embasada por dados que indicam que, em 2026, 40% de todas as funções nas maiores empresas do mundo envolverão trabalho direto com agentes de IA. Isso aponta para uma transformação do papel do profissional humano, que deixa de ser executor manual de diversas tarefas e passa a ser responsável por definir a estratégia e validar os resultados gerados pelos assistentes digitais.

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