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Liderar equipes de marketing é liderar pessoas

A liderança em marketing é mais sobre gestão de pessoas do que sobre estratégia e execução.
Foto: Imagem: IA Gemini

Tem uma romantização perigosa em torno da liderança em marketing. Fala-se muito de estratégia, de criatividade, de inovação, de growth, de métricas, de performance. Mas, na prática, liderar uma grande equipe de marketing é, antes de qualquer coisa, liderar pessoas. E isso quase nunca aparece nos cases bonitos de palco ou nos lindos e inspirados posts do LinkedIn.

A primeira verdade é que nenhuma equipe grande funciona sem integração real entre pessoas. Não adianta ter processo, organograma bonito ou ferramenta da moda se os times não se conversam, não se respeitam e não entendem o impacto do trabalho uns dos outros. Marketing é engrenagem. Quando uma parte não gira, o sistema inteiro range. E é papel do líder fazer essa engrenagem rodar sem esmagar kdo está dentro dela.

Motivação e transparência: o papel do líder
Existe também um discurso confortável no mercado de que profissionais precisam chegar “automotivados”. Eu discordo. Motivação não brota do nada. Pessoas se motivam por propósito, por clareza de projeto e por sentirem que fazem parte de algo maior. O líder tem responsabilidade direta em “vender” esse projeto para a equipe. Vender no bom sentido, é mostrar onde a empresa quer chegar, quais são os desafios reais, o que está funcionando, o que não está e não deixando de ser transparente quanto aos problemas da própria organização.

Aliás, transparência não é um diferencial. É o mínimo. Liderar não é dourar a pílula nem fingir que está tudo bem quando não está. É tratar gente como adulta, capaz de entender contexto, pressão e responsabilidade. Quanto maior a equipe, maior a importância de comunicação clara e presença no dia a dia. Liderança distante vira ruído. Ruído vira desmotivação. Desmotivação vira resultado fraco.

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