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Polícia francesa detém 11 suspeitos pela morte de ativista de direita em meio a tensões

Onze pessoas foram presas na França, incluindo um assessor de deputado, relacionadas ao assassinato de um ativista de direita, em um clima de polarização política.

A polícia francesa prendeu 11 pessoas, entre elas o assessor de um deputado de esquerda, suspeitas de envolvimento no assassinato de um ativista de direita. O crime ocorreu às vésperas de eleições, expondo o nível de tensão política no país.

Após as prisões, a sede do partido de esquerda A França Insubmissa (LFI) foi evacuada devido a uma ameaça de bomba. O jovem Deranque, de 23 anos, foi agredido por pelo menos seis indivíduos encapuzados em Lyon e faleceu em decorrência dos ferimentos.

Imagens do ataque circularam nas redes sociais, provocando indignação. O deputado da LFI Raphaël Arnault confirmou que seu assessor está entre os detidos e que suas atividades foram suspensas. O ministro da Justiça, Gérald Darmanin, acusou integrantes da LFI de incitarem a violência, enquanto o presidente Emmanuel Macron classificou o caso como “violência sem precedentes”.

As eleições municipais do próximo mês são vistas como um termômetro para a corrida presidencial de 2027. Pesquisas indicam vantagem da legenda Reunião Nacional (RN), liderada por Marine Le Pen, que enfrenta inelegibilidade após condenação por desvio de recursos públicos. O atual presidente da RN, Jordan Bardella, é considerado favorito nas pesquisas.

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