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Israel adia reunião de segurança por temor de ataque dos EUA contra o Irã

Israel elevou seu estado de alerta devido a riscos de ofensiva militar dos Estados Unidos contra o Irã, que pode intensificar tensões regionais. O adiamento da reunião do Gabinete de Segurança até domingo reflete preocupação com possíveis retaliações iranianas.

Israel adotou o alerta máximo em todas as agências de segurança, serviços de emergência e comando do Home Front, antecipando uma possível ofensiva militar dos Estados Unidos contra o Irã. O Gabinete de Segurança, inicialmente previsto para esta quinta-feira, foi transferido para domingo 22, em uma medida para evitar que Teerã acelere conflitos antes do esperado.

O presidente Donald Trump avalia a necessidade de uma operação ampla e prolongada, após o Irã não ter atendido às exigências das negociações recentes. Autoridades norte-americanas afirmam que a postura iraniana é interpretada como tentativa de ganhar tempo e que a paciência dos EUA pode se esgotar mais rápido do que o governo de Teerã imagina.

Em Israel, o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu foi informado sobre a possibilidade de ataques iranianos mesmo sem envolvimento direto das Forças de Defesa. O país reforçou seus planos defensivos, enquanto os EUA enviaram uma força significativa à região. O cronograma para uma ação decisiva foi reduzido de semanas ou meses para poucos dias, embora não haja definição precisa sobre as datas.

A ofensiva poderia incluir alvos como o aiatolá Ali Khamenei e unidades da Guarda Revolucionária iraniana. Washington também busca estimular protestos internos, dependendo do suporte de opositores ao regime. Israel e EUA compartilham preocupação com a expansão dos mísseis iranianos de longo alcance, que figuram nas exigências das conversas com o Irã.

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