O mercado ajustou suas projeções para os principais indicadores econômicos em 2026. As expectativas de inflação, medida pelo IPCA, caíram de 3,95% para 3,91%, a sétima redução seguida no ano. Para outros índices, como o IGP-M, os preços administrados e inflação em anos posteriores, também houve alterações pontuais, com recuos ou estabilidade prolongada.
A estimativa de crescimento do PIB subiu de 1,80% para 1,82%, marcando o primeiro avanço após semanas sem modificações. Em 2027, a previsão se manteve em 1,80%, enquanto para 2028 e 2029 os números seguem em 2,00%, mantendo-se inalterados por longos períodos.
No câmbio, a projeção para o dólar ao final de 2026 recuou a R$ 5,45, após estimativa anterior de R$ 5,50. Para 2027 e 2028, a taxa segue em R$ 5,50, enquanto em 2029 houve ajuste mínimo, subindo de R$ 5,51 para R$ 5,52.
Quanto à taxa Selic, a projeção para o fim de 2026 diminuiu de 12,25% para 12,13%. Em 2027, a estimativa permanece em 10,50%, estável há 54 semanas, e em 2028 e 2029 também não houve alterações, com valores em 10,00% e 9,50%, respectivamente.

