O Partido Novo formalizou a expulsão de Sophia Barclay, que se identifica como integrante da direita. A decisão foi tomada com base em um histórico de acusações consideradas falsas e graves, incluindo a afirmação de que teria mantido relações sexuais com Flávio Bolsonaro.
Além disso, foram mencionadas declarações em que Sophia se referiu a Jair Bolsonaro como “genocida” e utilizou outros termos associados a ataques do campo da esquerda. Nos últimos anos, ela buscou se aproximar de lideranças da direita e manifestou interesse em disputar espaço político nas eleições.
A direção do Novo informou que a expulsão ocorreu antes do período eleitoral para evitar desgaste no campo da direita, alegando que o passado de declarações contraditórias de Sophia compromete a confiança política. Após o desligamento, ela divulgou que sua saída foi motivada pelo apoio a Flávio Bolsonaro, o que foi negado pela legenda.
Dirigentes do partido afirmaram que a narrativa de Sophia reforça a percepção interna de que sua presença poderia causar prejuízo político ao bloco liberal-conservador em uma possível candidatura. Não houve informação sobre uma nova manifestação da legenda sobre o assunto.

