Após os ataques realizados pelos Estados Unidos e Israel, o espaço aéreo do Irã ficou deserto, conforme registros do FlightRadar. Empresas aéreas optaram por cancelar voos que cruzariam a região, refletindo a tensão internacional que se intensificou após os bombardeios.
A ofensiva aconteceu após semanas de diálogos entre autoridades norte-americanas e iranianas, que buscavam um acordo para restringir ou encerrar o programa nuclear do Irã. O presidente Donald Trump afirmou que a intenção é defender o povo norte-americano, enquanto militares dos EUA alertaram que a operação poderia se estender por vários dias, sendo descrita pelo Pentágono como uma “fúria épica”.
Israel também tomou medidas de segurança, acionando alarmes em várias áreas, fechando seu espaço aéreo, suspendendo aulas e recomendando que a população evitasse deslocamentos. Este ataque representa o segundo realizado pelos Estados Unidos ao Irã em menos de um ano.
A relação entre Estados Unidos e Irã continua marcada por desconfiança, com a mais recente rodada de negociações sobre o programa nuclear iraniano ocorrendo em Genebra. Enquanto os EUA pressionam o Irã a interromper o enriquecimento de urânio, Teerã insiste que seus objetivos são pacíficos. O regime iraniano prometeu uma reação feroz a qualquer ataque norte-americano e ameaçou atingir bases militares dos EUA na região.

