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Como lucrar com crédito de carbono na pecuária sem reduzir o rebanho

Produtores brasileiros podem transformar o manejo do pasto em receita através do crédito de carbono, sem comprometer a produção de arrobas.
Foto: Foto: Divulgação

O manejo eficiente do pasto pode se transformar em lucro para os pecuaristas brasileiros. O mercado de carbono se tornou uma realidade, permitindo que os produtores ganhem dinheiro com crédito de carbono, sem reduzir o rebanho ou comprometer a engorda do gado de corte.

Uma pastagem bem manejada, que respeita as alturas de entrada e saída e possui solo adubado, funciona como um sequestrador de CO2. O estoque de carbono no solo é considerado um ativo ambiental, e a gestão adequada do pasto pode aumentar os lucros no mercado internacional.

Para lucrar com crédito de carbono, a gestão precisa ser eficaz. O pecuarista deve focar na recuperação de áreas degradadas, que emitem carbono, enquanto pastos saudáveis sequestram. Sistemas de Integração Lavoura-Pecuária-Floresta são bem vistos pelas certificadoras, pois aceleram a geração de créditos.

O processo de certificação exige um inventário rigoroso do carbono no solo. As certificadoras internacionais, como a Verra, demandam medições antes e depois da implementação de boas práticas. No Brasil, instituições como a CNA e a B3 buscam simplificar esse processo, mas é essencial que o pecuarista tenha dados concretos para receber os pagamentos.

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