Previsões indicam risco elevado de alagamentos e quedas de árvores.
O ciclone extratropical traz chuvas de até 100 mm e ventos que podem chegar a 100 km/h, exigindo atenção redobrada.
As primeiras semanas de janeiro de 2026 trazem um cenário climático desafiador para o Brasil. A formação de um ciclone extratropical no Sul do país, em conjunto com a Zona de Convergência do Atlântico Sul (ZCAS), resultará em chuvas intensas e ventos fortes, alertando produtores rurais, moradores e autoridades.
Previsões e Impactos
- Chuvas intensas: Acumulados de até 100 mm em várias regiões.
- Ventos fortes: Rajadas que podem atingir 100 km/h, especialmente entre o final de semana e o início da próxima semana.
- Riscos: Alagamentos, destelhamentos e interrupções no fornecimento de energia elétrica.
Na Região Sul, a previsão é de chuvas entre 20 e 40 mm, com possibilidade de valores superiores. O cenário é preocupante para áreas produtoras no Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná, que podem sofrer danos significativos. No Sudeste, as chuvas frequentes afetam Minas Gerais, Rio de Janeiro e Espírito Santo, com acumulados que também podem ultrapassar 100 mm, aumentando o risco de deslizamentos e alagamentos.
Dicas de Segurança
- Fique atento: Monitore as atualizações meteorológicas e siga as orientações das autoridades.
- Prepare-se para emergências: Tenha um kit de emergência com alimentos, água e medicamentos.
- Evite áreas de risco: Não se aproxime de locais propensos a alagamentos e deslizamentos de terra.
O que Esperar nas Próximas Semanas
- Centro-Oeste: Chuvas regulares favorecem a agricultura, mas cuidado com o excesso de umidade no solo.
- Nordeste: Chuvas na Bahia e instabilidades em outras áreas, enquanto o agreste nordestino permanece seco.
- Norte: Chuvas frequentes em Acre, Rondônia e Amazonas, com possibilidade de desenvolvimento agrícola.
O Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) já emitiu alertas de perigo, prevendo chuvas intensas e ventos fortes, além da possibilidade de granizo. A população deve estar ciente dos riscos e se preparar para eventos climáticos adversos que podem afetar a infraestrutura e a segurança nas áreas mais vulneráveis.



