A Guarda Revolucionária do Irã anunciou o bloqueio do Estreito de Ormuz, uma passagem marítima crucial, para embarcações dos Estados Unidos, Israel, Europa e aliados ocidentais. A decisão foi divulgada em comunicado na emissora estatal IRIB, afirmando que, em tempos de guerra, o Irã tem o direito de controlar a passagem.
O fechamento do estreito teve início em 28 de outubro, após uma ofensiva conjunta dos Estados Unidos e Israel contra o Irã, resultando em um aumento no preço do petróleo e riscos para a economia mundial. A movimentação no estreito foi interrompida por uma semana após um submarino norte-americano atacar um navio de guerra iraniano próximo ao Sri Lanka.
A escalada de tensões coincide com o programa nuclear iraniano, levando o Irã a retaliar alvos no Oriente Médio com presença militar dos EUA. O líder supremo da República Islâmica, aiatolá Ali Khamenei, foi informado como morto em ataques, provocando declarações do presidente do Irã sobre a necessidade de vingança.
Em resposta, o presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou medidas para proteger navios comerciais na região e advertiu sobre represálias caso novos ataques ocorram, afirmando que a força utilizada seria sem precedentes. As operações continuarão ao longo da semana, visando a paz no Oriente Médio.

