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Comparativo de fontes de energia: qual é a mais econômica para fazendas?

O agronegócio brasileiro busca reduzir custos e aumentar a autonomia. Análise compara energia solar, eólica e biomassa para entender melhor o retorno sobre investimento.
Foto: Foto: energiasol.com.br

A autossuficiência elétrica e a proteção do orçamento contra a inflação têm levado o agronegócio a investir na geração própria de energia. Esse setor já ocupa a terceira posição no Brasil nesse quesito, impulsionado por novas legislações e pela demanda por alternativas sustentáveis. Os produtores enfrentam um desafio importante: escolher a fonte de energia que trará o melhor retorno financeiro para suas propriedades.

A energia solar, dividida entre térmica e fotovoltaica, se destaca no campo, com 13% da potência solar instalada no país concentrada em fazendas. A popularidade dessa fonte se deve à maturidade da tecnologia e à facilidade de implementação, especialmente após o novo marco regulatório de 2022. Essa mudança trouxe segurança jurídica e facilitou o acesso a linhas de crédito para aquisição de painéis, tornando-se uma opção viável para áreas improdutivas.

Outra alternativa é a energia eólica, que utiliza aerogeradores para transformar vento em eletricidade. Embora exija estudos de viabilidade, a energia eólica permite o uso simultâneo do solo, já que as turbinas ocupam pouco espaço, possibilitando que o gado paste ou as lavouras prosperem ao redor.

A bioeletricidade, que gera energia a partir da biomassa, também se destaca. Resíduos de cana, milho, madeira e beterraba contribuem para 4% da demanda elétrica nacional, conforme dados da União da Indústria de Cana-de-Açúcar. O biogás, produzido pela digestão anaeróbica de detritos orgânicos, é uma solução eficaz dentro das propriedades rurais.

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