Na semana passada, o encontro nacional do PSD em São Paulo, articulado pela cúpula do partido liderada por Gilberto Kassab, reuniu diversas lideranças nacionais para discutir os rumos da sigla e o cenário político de 2026, com presença dos governadores Ratinho Junior, Ronaldo Caiado (Goiás), Eduardo Leite (Rio Grande do Sul).
Entre os paranaenses presentes, quem chamou atenção foi o secretário das Cidades do Paraná, Guto Silva, que circulou com prestígio entre dirigentes e aliados próximos do governador Ratinho Junior. Nos bastidores, o nome de Guto segue sendo apontado como o preferido do governador para disputar a sucessão ao Palácio Iguaçu, justamente por sua proximidade política e pela capilaridade construída junto aos prefeitos do estado.
O detalhe curioso — e que não passou despercebido — foi a ausência de outras figuras do PSD paranaense que também sonham com a disputa, como o presidente da Assembleia Legislativa, Alexandre Curi, e o ex-prefeito de Curitiba Rafael Greca. Ambos já manifestaram interesse em disputar o governo e tentam se posicionar no tabuleiro de 2026, em meio a uma disputa interna que ainda aguarda a palavra final de Ratinho Junior.
Mas a pergunta que ficou no ar entre os observadores da política foi simples e intrigante: será que a ausência foi apenas coincidência de agenda… ou um sinal silencioso de que o jogo dentro do PSD já começa a ter favorito?


