A Ocean Infinity finalizou a primeira fase de uma nova tentativa de localizar os destroços do voo MH370, da Malaysia Airlines. As buscas, contratadas pela Malásia, concentraram-se em uma área de quase 15 mil km² no fundo do Oceano Índico, mas não resultaram em evidências conclusivas da aeronave.
O mistério do desaparecimento do avião, ocorrido em março de 2014, ganhou um novo capítulo com o uso do navio de pesquisa Armada 78 06. A investigação abrangeu cerca de 7,5 mil km² do fundo do mar, mas não revelou a localização do acidente ou fragmentos confirmados da aeronave.
As atividades de busca começaram em dezembro e, conforme o Ministério dos Transportes da Malásia, não houve descobertas que confirmem a localização dos destroços. Para auxiliar nas buscas, a Ocean Infinity utilizou drones submarinos autônomos, com capacidade para mergulhar a até 6 km de profundidade, mas sem sucesso.
Doze anos após o desaparecimento do Boeing 777, que levava 239 pessoas a bordo, o incidente continua sendo um dos maiores enigmas da aviação moderna. As famílias dos passageiros chineses publicaram uma carta ao primeiro-ministro da Malásia, criticando a falta de informações desde o término das buscas em janeiro.

