O ex-presidente Jair Bolsonaro foi internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do hospital DF Star, em Brasília, após ser diagnosticado com broncopneumonia bacteriana bilateral. A internação ocorreu nesta sexta-feira, 13, e gerou forte repercussão entre aliados políticos e familiares.
Carlos Bolsonaro, que está em campanha para o Senado por Santa Catarina, informou que conversou rapidamente com o irmão Flávio Bolsonaro sobre a situação do pai. Ele destacou que o pulmão de Bolsonaro estava "cheio de líquido como nunca teve antes" e que a gravidade do quadro poderia afetar a respiração e a oxigenação do cérebro.
A deputada federal Caroline De Toni também se manifestou, afirmando que Bolsonaro enfrenta uma perseguição implacável e que estão em oração por sua recuperação. A nova hospitalização levou a uma reavivação das discussões sobre a concessão de prisão domiciliar ao ex-presidente, devido ao risco à saúde.
Parlamentares, como o deputado Sanderson, criticaram a manutenção de Bolsonaro preso em estado grave, considerando essa situação uma forma de tortura. Outros deputados, como Rodrigo Valadares, alertaram para a responsabilidade em caso de agravamento do quadro clínico do ex-presidente, que apresenta uma condição de saúde preocupante.

