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Streaming enfrenta mudanças com anúncios e taxas, assemelhando-se à TV por assinatura

O streaming se transforma em uma nova TV por assinatura com taxas extras e anúncios. Serviços como Amazon e Netflix mudam planos, afetando a experiência do usuário.

Assistir a filmes e séries sem anúncios se tornou um luxo nos serviços de streaming. Com preços altos por recursos adicionais e planos sem propagandas, a indústria de conteúdos on demand está se moldando à realidade das TVs por assinatura.

Recentemente, a Amazon anunciou o Prime Video Ultra, um plano premium que substituirá o atual sem anúncios, com um custo extra de US$ 4,99. Essa mudança está focada no mercado estadunidense, mas reflete uma tendência que já é visível no Brasil, onde muitos serviços como Netflix e Disney+ adotam estratégias semelhantes.

Essas alterações contradizem a proposta original dos streamings, que prometiam simplicidade e conforto. Atualmente, os usuários enfrentam custos adicionais, cobranças para compartilhamento de senhas e altos valores para assistir a produções sem interrupções publicitárias.

O Prime Video não é um caso isolado. A Netflix, ao introduzir um plano básico com anúncios em 2022, impulsionou essa tendência. Disney+ e HBO Max também oferecem planos premium, mostrando que essa mudança é uma resposta a uma nova estrutura de mercado que prioriza a cobrança por recursos que antes eram considerados básicos.

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