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Impacto global das novas canetas emagrecedoras na saúde e na economia

Com o fim da patente da semaglutida, espera-se que novas drogas para emagrecimento transformem a saúde e a economia global, especialmente em países como Brasil e Índia.

A semaglutida, principal ingrediente das canetas emagrecedoras, teve sua patente expirada, o que deve impulsionar uma nova fase na luta contra a obesidade. Medicamentos como Ozempic e Wegovy já estão disponíveis, e até o fim do ano, cerca de cem novos produtos que contêm semaglutida devem ser lançados. Essa mudança promete não apenas melhorar a saúde, mas também impactar setores da economia como alimentação e aviação.

Embora as canetas não curem a obesidade, sua maior acessibilidade pode resultar em redução de custos de saúde e aumento da produtividade. Atualmente, apenas 7% dos pacientes com diabetes e 2% da população obesa utilizam esses medicamentos, enquanto estudos indicam que 27% da população mundial poderia se beneficiar deles. Contudo, o alto custo ainda limita o acesso a esses tratamentos.

A obesidade é considerada uma das maiores crises de saúde pública, afetando 44% dos adultos globalmente e resultando em 5 milhões de mortes anuais por doenças cardiovasculares. Além disso, essa condição eleva os custos de saúde e deve custar 3% do PIB global até 2035, impactando principalmente países de baixa e média renda, que concentram 70% dos casos.

No Brasil, 62,6% dos adultos estão acima do peso e 25,7% são obesos. A situação na Índia é ainda mais grave, com 70% da população acima do peso. A revolução das canetas emagrecedoras, embora promissora, não resolve a crise da obesidade, que exige uma abordagem mais ampla e acessível para todos.

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