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Câmeras analógicas e digitais retrô se destacam no Lollapalooza Brasil

O Lollapalooza Brasil revela uma tendência por câmeras retrô e digitais, que contrastam com a instantaneidade dos celulares. Fãs buscam reviver momentos de forma nostálgica.

Durante o Lollapalooza Brasil, a presença de celulares gravando os inícios dos shows é comum. Entretanto, o festival também é marcado pelo uso de câmeras analógicas e itens retrôs, que refletem uma busca por experiências menos instantâneas. As câmeras retrô e as 'charmeras', pequenas filmadoras do tamanho de chaveiros, estão em destaque entre os participantes. Essa preferência por equipamentos mais simples indica uma revolta contra a necessidade de perfeição promovida pelos algoritmos das redes sociais.

Caminhando pelo Autódromo de Interlagos, é possível encontrar máquinas com rolos de filme e câmeras com impressoras portáteis. Ao contrário das câmeras digitais, que permitem a publicação imediata das fotos, as analógicas necessitam de revelação, o que faz com que os registros sejam compartilhados posteriormente. Isso resulta em uma experiência de reviver os momentos de forma mais reflexiva.

A produtora e comunicadora de moda Larissa Cruvinel, que participou dos três dias do festival, utilizou uma variedade de câmeras analógicas para registrar os shows. Ela expressou que a fotografia analógica permite uma conexão mais profunda com os momentos vividos, pois os registros são feitos com a intenção de serem revelados posteriormente, trazendo à tona a nostalgia do evento.

Além dos participantes, patrocinadoras como a marca de cerveja Flying Fish aproveitaram a onda retrô, distribuindo câmeras digitais inspiradas na estética Y2K. A diretora de marketing da empresa ressaltou a autenticidade da geração que busca registros mais reais e menos editados, refletindo a demanda por experiências que fujam da perfeição tecnológica.

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