A Operação Fallax, deflagrada pela Polícia Federal, investiga o CEO do Grupo Fictor, Rafael Góis, e o ex-sócio Luiz Rubini, por suspeita de fraudes de até R$ 500 milhões. A operação identifica o uso de empresas de fachada ligadas ao Comando Vermelho para lavar dinheiro, com contato através de Thiago Branco de Azevedo, conhecido como Ralado.
Ralado mantinha cerca de 100 empresas abertas com documentos falsos, algumas em nome de pessoas sem conhecimento da prática. Góis e Rubini teriam utilizado essa estrutura para movimentar recursos de forma ilícita, obtendo empréstimos bancários com dados falsos inseridos em sistemas financeiros.
A operação cumpre 43 mandados de busca e apreensão e 21 de prisão preventiva, resultando na prisão de 13 pessoas até o momento. A Justiça também bloqueou bens e ativos financeiros até o limite de R$ 47 milhões, além de autorizar a quebra de sigilo bancário e fiscal de investigados.
O objetivo é desarticular um esquema de fraudes bancárias e lavagem de dinheiro. A defesa de Rubini alegou não ter conhecimento prévio do processo, enquanto o Grupo Fictor não respondeu até a atualização mais recente.

