O Senado dos Estados Unidos aprovou, por unanimidade, o financiamento para a maior parte das operações do Departamento de Segurança Interna (DHS). A aprovação ocorreu em meio a um impasse que causou atrasos em viagens e afetou milhares de trabalhadores. O financiamento não abrange o Serviço de Imigração e Alfândega (ICE) e parte da Alfândega e Proteção de Fronteiras (CBP).
O acordo inclui agências como a Administração de Segurança de Transportes (TSA) e a Guarda Costeira. Entretanto, a continuidade dessas operações ainda depende da aprovação da Câmara dos Representantes. O bloqueio orçamentário gerou frustração no Congresso e resultou na interrupção de salários em setores essenciais do DHS.
Após negociações que foram interrompidas na noite anterior, os senadores procuraram um consenso para garantir o funcionamento das áreas aprovadas. O líder da maioria no Senado, John Thune, declarou que o objetivo era executar o máximo possível do orçamento do DHS e financiar o restante posteriormente.
Thune informou que a votação abrange todas as áreas, exceto o ICE e a CBP. Ele mencionou que a parte da alfândega já havia sido liberada, mas não a patrulha da fronteira. O senador também discutiu com o presidente Donald Trump sobre a autorização para que o DHS pague salários à equipe da TSA, mesmo sem o orçamento aprovado.

