Entre 2022 e março de 2026, o governo federal desembolsou R$ 37 milhões em despesas relacionadas a ex-presidentes da República. Este montante inclui custos com assessores, motoristas e serviços de comunicação.
A ex-presidente Dilma Rousseff, que esteve à frente do país entre 2011 e 2016, é responsável pelo maior volume de gastos, totalizando R$ 7,9 milhões. Apenas em 2025, suas despesas alcançaram R$ 2,3 milhões. Atualmente, Dilma preside o Banco do Brics e reside na China desde 2023.
O ex-presidente Fernando Collor de Mello aparece em segundo lugar, com R$ 7,6 milhões. Apesar de estar em prisão domiciliar desde maio de 2025, os custos associados a Collor continuaram altos, totalizando R$ 2,2 milhões no ano passado.
O ex-presidente Jair Bolsonaro teve gastos de R$ 5,1 milhões desde que deixou o cargo em 1º de janeiro de 2023, mantendo despesas mesmo após sua prisão. Em três meses de 2025, enquanto cumpria pena, foram empenhados R$ 187.654. Michel Temer, José Sarney e Fernando Henrique Cardoso também estão entre os beneficiários, com gastos de R$ 5,4 milhões, R$ 4,1 milhões e R$ 3,3 milhões, respectivamente.

