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Navegação espacial: risco de erupções solares ao redor da Lua

A missão Artemis 2 da NASA viaja ao redor da Lua, exposta a riscos de erupções solares e radiação espacial

A missão Artemis 2 da NASA marca o retorno de astronautas ao espaço profundo após mais de 50 anos. Durante cerca de dez dias, quatro tripulantes viajam ao redor da Lua, cruzando uma região além do campo magnético da Terra — uma barreira natural que normalmente protege o planeta contra radiação espacial.

Ao deixar essa proteção, a tripulação entra em um ambiente onde erupções solares podem liberar quantidades extremas de energia. Para reduzir riscos, a NASA e a Administração Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos (NOAA) mantêm vigilância contínua do Sol, com monitoramento ativo 24 horas por dia.

A estratégia de segurança envolve uma rede de satélites distribuídos pelo sistema solar, que acompanham em tempo real eventos de meteorologia espacial. O foco está em partículas energéticas solares e fenômenos capazes de gerá-las.

Durante a missão, os astronautas ficam expostos a três tipos distintos de radiação. A primeira vem dos raios cósmicos galácticos, partículas de alta energia que chegam de fora do sistema solar. A segunda são os Cinturões de Van Allen, regiões ao redor da Terra com partículas carregadas que precisam ser atravessadas em trajetórias rumo à Lua.

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