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Guilherme Mello destaca ajustes fiscais do governo em ano eleitoral e novas medidas até 2027

O governo federal realizará ajustes fiscais em 2026, mesmo durante o período eleitoral, além de implementar mecanismos para contenção de gastos em 2027.

O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva planeja continuar com os ajustes fiscais em 2026, apesar de ser um ano eleitoral. Guilherme Mello, secretário-executivo do Ministério do Planejamento, confirmou a implementação de medidas adicionais para conter despesas e benefícios fiscais no Orçamento de 2024.

Em sua primeira entrevista após assumir o novo cargo, Mello enfatizou a importância de um alinhamento maior entre as pastas, visando aprimorar a gestão orçamentária. Ele destacou que todos os anos da administração Lula foram marcados por ajustes fiscais, e isso não mudará em 2026, mesmo com a proximidade das eleições.

Mello reiterou que as medidas de ajuste seguirão a premissa de gradualismo, buscando equilibrar a sustentabilidade FISCAL e atender às demandas sociais. A implementação de gatilhos para limitar despesas e renúncias fiscais será fundamental, especialmente após o resultado primário do governo central ter apresentado um déficit de 0,4% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2025.

Além disso, o Banco Central reduziu a taxa de juros básicos em 0,25 ponto percentual, agora a 14,75% ao ano, em resposta aos desafios inflacionários resultantes de conflitos internacionais. Mello, que também foi indicado para a presidência do conselho de administração da Petrobras, ressaltou que as negociações para aprovações no Senado não têm sido simples, refletindo as dificuldades enfrentadas pelo Palácio do Planalto.

Ele concluiu afirmando que a abordagem do governo não se baseará em pacotes amplos, mas em medidas continuadas que têm se mostrado eficazes na gestão FISCAL e econômica.

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