Oscar Schmidt faleceu na tarde do dia 17, aos 68 anos, após uma parada cardiorrespiratória, deixando uma marca profunda não apenas no Brasil, mas no cenário esportivo global. A repercussão de sua morte trouxe à tona histórias importantes, incluindo sua amizade com Diego Armando Maradona, ícone do futebol argentino.
A relação entre Oscar e Maradona começou enquanto ambos jogavam na Itália. Enquanto Maradona brilhava no Napoli, Oscar defendia as cores do Juve Caserta. Essa amizade foi celebrada por ambos, com Maradona SE referindo a Oscar como "melhor do mundo" em um documentário da Movistar+.
Oscar também expressou sua admiração por Maradona em entrevistas, mencionando momentos marcantes que marcaram a relação deles, que era baseada em uma forte conexão e na "loucura" compartilhada por suas profissões.
O velório de Oscar ocorreu na mesma noite de sua morte e foi restrito à família, conforme o desejo dos entes queridos. O ex-atleta foi cremado vestido com o uniforme da seleção brasileira, em uma cerimônia discreta.
Oscar teve uma carreira notável na seleção brasileira, começando em sua juventude pelo Palmeiras. Ele foi eleito o melhor pivô No Sul-Americano Juvenil de 1977 e posteriormente SE destacou em campeonatos sul-americanos em Valdívia, no Chile, e conquistou uma medalha de bronze mundial nas Filipinas.
Durante seus 19 anos defendendo a seleção, Oscar Schmidt conquistou quatro títulos, incluindo três Sul-Americanos (1977, 1983 e 1985) e um Pan-Americano em 1987, além de outras cinco medalhas em competições oficiais.

