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Acusações de assédio sexual atingem ativista brasileiro da Flotilha da Greta

Thiago Ávila, militante do Psol, é acusado de má conduta sexual por voluntárias durante viagem à Faixa de Gaza. O ativista nega as alegações, que estão sendo investigadas.

Thiago Ávila, ativista brasileiro e uma das figuras proeminentes da chamada "Flotilha da Liberdade", enfrenta acusações de assédio sexual durante uma recente expedição à Faixa de Gaza. As informações foram publicadas pelo New York Post, que aponta que Ávila teria se envolvido com ao menos três voluntárias durante a travessia.

Os relatos de má conduta sexual surgiram de integrantes da própria missão, com a denúncia inicial do grupo palestino Heart of Falastin. De acordo com a organização, o ativista teria mantido relações sexuais com múltiplas voluntárias durante a viagem, afirmando: "Não uma pessoa. Não duas. Três indivíduos diferentes."

As acusações envolvem três mulheres que participaram da missão na mesma época. A flotilha, que faz parte de um movimento internacional de ativistas, critica as ações de Israel, especialmente após o ataque do Hamas ao país em 7 de outubro de 2023, que controla a Faixa de Gaza.

Greta Thunberg, que tem se associado a várias articulações ligadas à flotilha, ainda não se manifestou sobre as alegações contra Thiago Ávila. No momento, autoridades e representantes da flotilha não esclareceram as circunstâncias do incidente, que permanece sob investigação.

Thiago Ávila, Militante do Partido Socialismo e Liberdade (Psol), já foi candidato a deputado federal nas eleições de 2022. Em uma de suas missões, foi detido por autoridades israelenses em junho de 2025 ao tentar entrar em Gaza, e em março de 2026, foi deportado pela Argentina.

O ativista deixou sua esposa e uma filha de dois anos no Brasil para participar da viagem, que é a quarta desde junho, incluindo passagens anteriores por Gaza e Cuba.

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