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Mudanças na administração do Rio: governador interino exonera 94 servidores públicos

O governador interino do Rio de Janeiro, desembargador Ricardo Couto, promoveu a exoneração de 94 funcionários públicos. A medida visa promover economia e transparência na gestão estadual, com cortes que podem alcançar até 1,6 mil cargos.

O governador interino planeja que o corte de funcionários atinja cerca de 1,6 mil cargos, o que demonstra um esforço significativo para reestruturar a máquina pública. Além das exonerações, ele extinguiu três subsecretarias da Casa Civil: Projetos Especiais, Gastronomia e Ações Comunitárias e Empreendedorismo. Essa reestruturação é parte de um plano mais amplo que inclui uma auditoria no Executivo estadual, abrangendo também empresas estatais.

A auditoria irá revisar quase 7 mil contratos que somam R$ 81 bilhões, buscando identificar irregularidades e promover maior eficiência nos gastos públicos. Até o momento, Couto já nomeou oito auxiliares para apoiá-lo na gestão do Estado, a maioria dos quais provém do Ministério Público e do Judiciário.

Ricardo Couto assumiu a governança do Rio de Janeiro em um contexto de dupla vacância, com o Estado sem um governador e um vice. O futuro da administração fluminense, no entanto, ainda depende de uma decisão do Supremo Tribunal Federal, que irá determinar se haverá novas eleições e qual será o formato delas, além de avaliar a possibilidade de o novo presidente da Assembleia Legislativa do Rio, deputado Douglas Ruas (PL), integrar a linha sucessória.

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