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Novas Diretrizes para Transporte de Powerbanks em Voos Aéreos no Brasil

A ANAC implementou novas normas para o transporte de powerbanks em voos, limitando a quantidade e capacidade dos dispositivos. As regras visam aumentar a segurança após incidentes de superaquecimento das baterias.

A Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) estabeleceu novas diretrizes para o transporte de powerbanks em voos no Brasil. As alterações foram publicadas no Diário Oficial da União na última sexta-feira, dia 24, e visam reforçar a segurança no transporte aéreo, alinhando-se aos padrões internacionais da Organização da Aviação Civil Internacional (ICAO).

Dentre as principais mudanças, cada passageiro poderá levar até dois powerbanks, que devem ser transportados exclusivamente na bagagem de mão. Outro ponto crucial é a capacidade dos dispositivos: aqueles que possuem entre 100 Wh e 160 Wh necessitam de autorização prévia da companhia aérea para serem levados a bordo. Os carregadores que excederem 160 Wh estão proibidos e devem ser descartados antes do embarque.

Além do transporte restrito, uma nova proibição foi introduzida: os passageiros não poderão recarregar seus powerbanks durante o voo. A ANAC também recomenda que esses dispositivos não sejam utilizados para carregar outros aparelhos enquanto os voos estão em andamento. Essa medida é parte de um esforço contínuo para mitigar riscos de incidentes relacionados ao superaquecimento das baterias.

É importante ressaltar que as companhias aéreas têm a autonomia de adotar regras ainda mais rigorosas em relação a esses dispositivos, o que torna fundamental que os passageiros consultem as diretrizes específicas de suas respectivas companhias antes do embarque. Essa atualização nas normas ocorre em um contexto de aumento global de incidentes envolvendo o superaquecimento de células de energia, o que leva à necessidade de uma abordagem mais cautelosa.

Para garantir segurança adicional, é aconselhável que os usuários se informem sobre práticas recomendadas para evitar situações de risco, como explosões de baterias ou incêndios causados por celulares e cabos. Essas novas regras visam não apenas a segurança dos passageiros, mas também a integridade das operações aéreas em todo o país.

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