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Fones sem fio: podem ser explorados em cenários específicos

Risco de espionagem é real, mas não é universalmente fácil

A ideia de que fones sem fio podem ser usados para espionagem ganhou força após declarações de um ex-agente da CIA, John Kiriakou. Segundo ele, dispositivos conectados (incluindo os mais simples) podem ser explorados dentro de um ecossistema maior de vigilância digital.

Mas até que ponto isso é verdade no dia a dia? O uso de fones Bluetooth como ferramenta de escuta não é algo automático ou universal, dependendo de falhas específicas e contextos bem definidos.

De acordo com Santiago Pontiroli, Team Lead da Unidade de Pesquisas de Ameaças (TRU) da Acronis, o risco existe, mas está longe de ser tão simples de fazer quanto parece. Existem vulnerabilidades reais, mas elas não afetam todos os dispositivos da mesma forma.

Geralmente, esses ataques são baseados em proximidade, contra modelos vulneráveis — não uma capacidade ‘mágica’ que funciona contra qualquer headset na rua, afirma Pontiroli.

Na prática, isso significa que um invasor precisaria estar próximo da vítima, conhecer falhas específicas do modelo e explorar brechas no sistema de conexão Bluetooth.

Como esses ataques acontecem? Os principais riscos estão ligados ao processo de pareamento e ao firmware dos dispositivos. Recursos que

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