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Myrian Pereira é a nova diretora de Jornalismo da EBC

Com passagens pela TV Globo e CBN, Myrian Pereira assume a diretoria de Jornalismo da Empresa Brasil de Comunicação, substituindo Cidinha Matos. A nomeação foi publicada no Diário Oficial da União em 13 de maio e reforça a presença de profissionais da Globo na comunicação pública federal.
Empresa Brasileira de Comunicação: estatal busca mais um reforço na Globo | Foto

A Empresa Brasil de Comunicação (EBC) anunciou a nomeação de Myrian Pereira como nova diretora de Jornalismo, cargo que abrange a supervisão editorial da TV Brasil, da Agência Brasil e da Rádio Nacional. A decisão foi oficializada no Diário Oficial da União em 13 de maio, sob a administração do presidente Lula da Silva. Myrian tem uma carreira marcada por sua atuação na TV Globo e na rádio CBN, além de experiência em comunicação institucional em órgãos públicos.

Myrian Pereira assume o posto deixado por Cidinha Matos, que deixou sua função em fevereiro deste ano. A nova diretora terá a responsabilidade de coordenar a cobertura jornalística dos veículos da EBC, um papel que se torna cada vez mais estratégico no contexto atual da comunicação pública no Brasil.

A escolha de Myrian reflete uma tendência que se intensificou desde o início do terceiro mandato de Lula: a inclusão de profissionais oriundos da imprensa tradicional, especialmente da Globo, em posições-chave dentro da comunicação federal. Antonia Pellegrino, atual presidente da EBC, também possui histórico na emissora carioca, onde atuou como roteirista, e assumiu a liderança da empresa após a saída de André Basbaum, que esteve à frente da EBC desde o início do governo atual.

Além de ex-integrantes da Globo, o governo federal também tem incorporado figuras reconhecidas por suas posições políticas, como o jornalista esportivo Juca Kfouri, que é frequentemente associado a pautas progressistas e à defesa de governos ligados ao Partido dos Trabalhadores.

A composição da área de comunicação do governo tem gerado debates acalorados. Críticos afirmam que as nomeações evidenciam um alinhamento ideológico e sugerem que a máquina estatal está sendo utilizada para promover narrativas favoráveis ao governo Lula. Por outro lado, apoiadores do presidente argumentam que as indicações são baseadas em critérios técnicos e na experiência profissional dos nomeados, destacando a necessidade de profissionais qualificados para gerenciar a comunicação pública.

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