Inicialmente, Vorcaro havia contratado o advogado José Luiz de Oliveira Lima, conhecido como Juca, um criminalista especializado em delações. A proposta era colaborar com a justiça em troca de benefícios. Contudo, na hora crucial, o banqueiro decidiu recuar, optando por não revelar detalhes sobre suas relações com ministros do STF, o que levou à rejeição de sua delação pela Polícia Federal.
Após essa decisão, a Polícia Federal avançou nas investigações, concluindo que a colaboração de Vorcaro não era suficiente para justificar um acordo. Com a delação descartada e a manutenção de sua prisão, o banqueiro decidiu dispensar os serviços de Juca e agora parece estar ciente da gravidade de sua situação.
Os gastos de Vorcaro com sua defesa foram exorbitantes, totalizando R$ 129 milhões apenas para o escritório da esposa de Alexandre de Moraes, além de outros escritórios que também receberam montantes significativos. Apesar de ter investido fortunas em honorários advocatícios, o banqueiro não conseguiu encontrar um advogado que possa tirá-lo da prisão.
A alta quantia gasta em serviços jurídicos não se traduziu em proteção, e a situação de Vorcaro se torna cada vez mais crítica, com a perspectiva de sua liberação se distanciando.

