Na madrugada do dia 24 de maio de 2026, a Polícia Militar (PM) de Bela Vista do Paraíso, no norte do Paraná, enfrentou uma situação de tumulto durante uma fiscalização em uma conveniência localizada na Avenida Independência. Cerca de 50 pessoas estavam reunidas no local, consumindo bebidas alcoólicas e ouvindo música em volume elevado, o que levou os policiais a tentarem dispersar o grupo.
Durante a ação, um motorista de um Hyundai HB20 deixou o local de forma apressada, dirigindo em alta velocidade e colocando em risco pedestres e outros motoristas. A PM iniciou um acompanhamento tático e conseguiu interceptar o veículo nas proximidades de um posto de combustíveis. O condutor apresentava sinais de embriaguez e demonstrou um comportamento agressivo, recusando-se a realizar o teste do bafômetro.
Ao receber voz de prisão, o motorista reagiu violentamente, agredindo os policiais com socos e chutes, além de proferir ameaças. A situação se complicou ainda mais quando sua companheira interveio, pulando no pescoço de um dos agentes para tentar impedir a prisão. Após ser contida, ela ofereceu R$ 10 mil aos policiais em uma tentativa de suborno para que o motorista fosse liberado.
A confusão se intensificou com a chegada de familiares do suspeito e de outras pessoas presentes, que começaram a atacar os policiais com objetos. A situação exigiu o apoio de equipes de cidades vizinhas, resultando na detenção de mais três indivíduos envolvidos na ocorrência. Todos os detidos foram encaminhados para atendimento médico e exames de lesão corporal antes de serem levados a uma delegacia.
O veículo Hyundai HB20 foi apreendido e levado ao pátio da Polícia Militar, enquanto a ocorrência resultou na prisão de cinco pessoas e deixou dois policiais feridos. A ação da PM visava garantir a ordem pública em um evento que se tornou caótico, demonstrando a complexidade de intervenções em situações de aglomeração e desordem.

