A resposta do Departamento de Estado dos EUA foi de que a visita de Barnes e Samson estava dentro da agenda regular do órgão. Um porta-voz do Departamento afirmou que os funcionários participariam de reuniões com autoridades brasileiras, além de representantes da sociedade civil e líderes religiosos, com foco em temas como democracia, liberdade religiosa, liberdade de expressão e integridade eleitoral.
O governo norte-americano se posicionou contra qualquer insinuação de que a missão tinha a intenção de influenciar as eleições no Brasil, classificando tais alegações como “mentiras infundadas”. Essa negativa de vistos ocorre em um contexto de crescente tensão diplomática entre Brasil e Estados Unidos, especialmente após os recentes debates sobre tarifas impostas a produtos brasileiros.

