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Blitz da Lei Seca revela condutores embriagados na capital

Uma operação de fiscalização da lei seca em Brasília resultou na abordagem de motoristas embriagados. Entre os flagrados, destacaram-se condutores com altos índices de álcool no bafômetro e ostentação de bens de luxo.

Uma blitz da lei seca foi realizada em Brasília, em uma estrada que, simbolicamente, leva a lugar nenhum. Agentes de trânsito montaram barricadas e prepararam os bafômetros, aguardando a passagem dos veículos. O primeiro motorista abordado, identificado como Sr. Andrei, saiu de seu carro com um comportamento desafiador, exibindo um distintivo e questionando a autoridade dos agentes. Ao ser questionado sobre o consumo de álcool, ele respondeu que havia bebido ‘quase nada’ e decidiu realizar o teste do bafômetro, que indicou 0,5 mg/L, resultando na sua condução à delegacia.

Em seguida, outro veículo luxuoso foi parado, e o motorista, Sr. Benedito, também demonstrou indignação ao ser abordado. Com um relógio da marca Richard Mille RM-011, avaliado em € 200 mil (cerca de R$ 1 milhão), ele também optou pelo bafômetro, que registrou 0,8 mg/L. Os agentes, já acostumados com reações de motoristas em situações semelhantes, conduziram Benedito à viatura sem hesitar.

A situação se repetiu com o terceiro motorista, identificado como Sr. Ricardo, que apresentou um nível de álcool de 1 mg/L, deixando os agentes surpresos com sua capacidade de permanecer em pé. O consumo de Macallan, uma marca de uísque, foi mencionado novamente entre os agentes, que comentaram sobre a evidente embriaguez do condutor.

O quarto veículo trouxe dois motoristas, um deles, Sr. Paulo, foi flagrado com 1,5 mg/L, enquanto seu colega, Sr. Alexandre, surpreendeu a todos ao registrar 2 mg/L no bafômetro. Alexandre, visivelmente alterado, tentou culpar o outro pela situação, afirmando que foi convidado para beber. Ambos foram levados à delegacia.

Após horas de trabalho, os agentes consideraram encerrar a operação, quando avistaram um último carro. O motorista, identificado como Sr. André, foi dispensado após os guardas notarem a ausência de álcool em seu hálito. Ao ser liberado, André explicou que era evangélico, recebendo sorrisos dos agentes, que desejaram uma boa viagem.

O evento destaca a persistência da lei seca e a fiscalização rigorosa em Brasília, evidenciando tanto a infração de diversos motoristas quanto a reação de alguns diante da autoridade.

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