O pedido da campanha de Lula também inclui Alfredo Gaspar, candidato a vice-presidente na chapa de Flávio. A coligação solicita a cassação dos registros e a declaração de inelegibilidade de Flávio e Eduardo Bolsonaro por um período de oito anos, com base em alegações de abuso de poder econômico, visando explicitar a incidência dos comandos de soberania sobre o processo eleitoral.
Além disso, a campanha requer que novos fatos sejam considerados como notícia de descumprimento, pedindo a abertura de um inquérito pela Polícia Federal e as medidas necessárias para a preservação e instrução do caso.
Essa iniciativa segue uma estratégia já adotada na semana anterior, quando o governo apresentou uma petição ao ministro Gilmar Mendes, solicitando a discussão sobre a validade do reajuste do Bolsa Família, sem passar pelo Tribunal Superior Eleitoral. Mendes foi escolhido por ter relatado uma ação sobre a constitucionalidade de benefícios concedidos por Jair Bolsonaro em 2002, que já estava arquivada. Embora tenha votado pela inconstitucionalidade dos benefícios de Bolsonaro, no caso do reajuste do Bolsa Família para Lula, o ministro considerou a medida válida.

