O candidato Eduardo Riedel, do Partido Progressista (PP), consolidou sua liderança na corrida pelo governo de Mato Grosso do Sul, alcançando 51% das intenções de voto, conforme os dados da pesquisa Quaest divulgada na última sexta-feira, 25 de setembro. O levantamento, encomendado pela TV Morena, mostra um avanço significativo para Riedel, que anteriormente registrava 40% na sondagem realizada em 25 de agosto.
A pesquisa, que apresenta os nomes dos candidatos aos entrevistados, revela que Riedel está 39 pontos à frente de Fábio Trad, do Partido dos Trabalhadores (PT), que aparece com 12%. Delcídio Amaral, do PRD, mantém 6%, enquanto João Henrique Catan, do novo, tem 3%. Jeferson Bezerra, do Agir, contabiliza 2%, e tanto Lucien Rezende, do PSOL, quanto Renato Gomes, do DC, obtiveram 1% cada. Daniel Lemes, do PCO, não obteve nenhum voto.
O levantamento também mostrou uma redução no percentual de eleitores que pretendem votar em branco ou nulo, caindo de 11% para 9%, além de uma diminuição dos indecisos, que passaram de 20% para 15%. Com esses dados, ao considerar apenas os votos válidos, Riedel alcança aproximadamente 67%, o que indica a possibilidade de uma decisão já no primeiro turno, agendado para o dia 4 de outubro.
Na pesquisa espontânea, onde não são apresentados os nomes dos candidatos, Riedel também se destacou positivamente, subindo de 18% para 34%, representando um crescimento de 16 pontos percentuais em relação ao levantamento anterior. Fábio Trad, por sua vez, teve um leve aumento, passando de 4% para 5%, enquanto João Henrique Catan subiu de 0% para 2%. O número de votos em branco, nulo ou de eleitores que não pretendem votar também subiu de 1% para 4%. Além disso, o percentual de indecisos caiu de 77% para 55%.
A pesquisa ainda revela que 68% dos entrevistados afirmam que a escolha de voto já é definitiva, enquanto 32% indicam que ainda podem mudar de opinião até a data da eleição. A pesquisa foi realizada com 804 pessoas com 16 anos ou mais, entre os dias 21 e 24 de setembro, apresentando uma margem de erro de três pontos percentuais, para mais ou para menos, e um nível de confiança de 95%. O registro da pesquisa no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) está sob os números MS-09580/2026 e BR-04113/2026.

