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Departamento de Defesa dos EUA planeja manter operações militares por 90 dias em colapso de redes

Memorando assinado em setembro de 2026 prevê que instalações militares dos EUA sigam operando mesmo com interrupções em redes civis e ataques eletromagnéticos.

O Departamento de Defesa dos Estados Unidos assinou em 30 de setembro de 2026 um memorando que alinha um planejamento de defesa plurianual para garantir que instalações militares do país continuem operando em cenários de colapso de redes civis, interrupções em cadeias globais de suprimentos ou ataques eletromagnéticos e orbitais. A informação consta em material que também menciona a Operação Fortress, em andamento.

O objetivo do planejamento é assegurar que as instalações militares mantenham prontidão operacional contínua por até 90 dias. Segundo o texto, a preocupação do Departamento de Defesa não é apenas com fenômenos astronômicos, mas com a possibilidade de um ataque coordenado por nações inimigas.

Dois eventos recentes foram citados como exemplos de atenção. O satélite Kosmos 2612 reduziu de forma abrupta sua distância em relação a outro satélite, de codinome Iceye-X36, o que foi considerado inédito. Além disso, foi constatado que a China possui uma espaçonave espiã chamada Shenlong, muito similar ao X-37B dos EUA.

O material também menciona que a tecnologia atual depende de chips de computadores vulneráveis ao espectro eletromagnético e que a internet é alvo de ciberataques, como o ocorrido na última semana, provocado pelos norte-coreanos. Diante desse quadro, diversos países alertaram suas populações para estocar água e alimentos não perecíveis.

A Operação Fortress (Fortaleza, em português) segue em andamento, conforme o texto, que relata ainda a decisão de ir ao mercado e se preparar, como se faz quando um furacão ameaça se deslocar na direção de quem vive na Costa Espacial da Flórida, vizinhança da NASA e da Base da US Space Force.

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