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Chefe do narcotráfico venezuelano é condenado a mais de 30 anos nos EUA

Carlos Eduardo Orense Azócar foi sentenciado a mais de 30 anos de prisão por conspirar para enviar centenas de toneladas de cocaína aos EUA

Carlos Eduardo Orense Azócar, uma das principais lideranças do narcotráfico venezuelano, foi sentenciado a mais de 30 anos de prisão por um tribunal federal em Nova York. Ele foi considerado culpado de conspirar para enviar centenas de toneladas de cocaína aos EUA em colaboração com militares e servidores do governo venezuelano. Orense Azócar comandava operações no Estado de Apure e em áreas limítrofes da Venezuela, organizando o armazenamento e o transporte de carregamentos de drogas para fora do país.

A promotora Kaylan Lasky explicou ao júri que o réu integrava um “sistema político corrupto que permitiu que seu negócio de drogas prosperasse”, detalhando o uso de métodos como mascaramento de cheiro e suborno de autoridades para garantir a circulação das drogas. As investigações revelaram que Orense Azócar utilizava rotas aéreas e marítimas que conectavam a Venezuela ao México, República Dominicana e outros destinos caribenhos.

Orense Azócar segue sob custódia federal nos EUA, onde cumprirá integralmente a pena determinada pela justiça norte-americana. “Carlos Orense Azocar era um chefão do crime que construiu um império baseado em engano, fraude e suborno”, afirmou Terrance C. Cole, administrador da Agência de Combate às Drogas. A sentença de hoje envia uma mensagem clara: a DEA perseguirá e responsabilizará implacavelmente os traficantes internacionais de drogas.

No contexto das investigações, o ex-presidente Nicolás Maduro e sua esposa, Cilia Flores, também enfrentam acusações nos EUA por crimes relacionados ao narcotráfico, incluindo conspiração para narcoterrorismo, tráfico internacional de drogas, posse de armas de uso restrito e dispositivos explosivos. Maduro e Flores são acusados de terem apoiado as atividades ilícitas de Orense Azócar e outros traficantes de drogas

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