A defesa de Jair Bolsonaro solicitou novamente a conversão da pena de prisão em regime fechado por reclusão domiciliar humanitária. O requerimento apresenta laudos médicos que indicam a necessidade de presença contínua de um cuidador ou profissional de saúde.
A defesa alertou que Bolsonaro sofre de instabilidade motora, episódios de confusão mental e risco de descompensação cardiovascular súbita. Esses fatores, somados a histórico de obstruções intestinais e crises hipertensivas, exigem vigilância constante.
O documento classifica o ambiente prisional como inadequado para garantir a presença permanente de cuidadores. Segundo os advogados, a cela não oferece condições mínimas para prevenir quedas, síncopes ou outros episódios de desorientação.
A defesa argumentou que a penitenciária não oferece os recursos mínimos necessários, enquanto o domicílio ou uma unidade hospitalar pode garantir itens como cama com grade, piso adaptado e iluminação contínua, reduzindo significativamente riscos que, no cárcere, são estruturalmente inevitáveis.


