O mercado físico do boi gordo encerrou a quarta-feira com leve recuo nas principais praças pecuárias monitoradas no país. O destaque negativo ficou com Mato Grosso do Sul, onde a arroba apresentou queda de 0,30% em relação ao dia anterior.
O mercado futuro acompanhou o viés de baixa, com o contrato do boi gordo com vencimento em janeiro de 2026 recuou 0,42% no comparativo diário. Apesar do ajuste negativo, analistas destacam que o movimento ainda é de acomodação, sem sinais de pressão mais contundente sobre os preços.
Os frigoríficos operam com escalas de abate posicionadas, em média, em sete dias úteis no âmbito nacional. A boa condição das pastagens é um elemento importante, pois permite que os pecuaristas cadenciem o ritmo das vendas, o que dificulta uma queda mais acentuada das cotações.
As exportações ganharam força em janeiro, com o Brasil exportando 89,3 mil toneladas de carne bovina in natura, com média diária de 14,8 mil toneladas. O volume representa um expressivo crescimento de 81,6% em relação ao mesmo período de janeiro de 2025.


