A pecuária de corte está sob uma nova ordem econômica e ambiental, onde a eficiência alimentar é crucial para reduzir custos e aumentar o lucro. A capacidade de um animal converter dieta em carcaça com o menor consumo possível é o que separará operações rentáveis das deficitárias nos próximos anos.
A nutrição representa entre 70% e 75% do Custo Operacional Total de sistemas intensivos e semi-intensivos, e a flutuação dos preços do milho e da soja pode corroer a margem líquida.
A seleção genética permite identificar indivíduos que consomem menos matéria seca para desempenhar o mesmo ganho de peso, reduzindo o custo de alimentação em até 10% a 15% sem prejudicar o desempenho final.
A eficiência alimentar também está relacionada à sustentabilidade, pois animais mais eficientes emitem menos metano por quilo de carne produzido, o que coloca o rebanho em vantagem competitiva para acessar mercados que exigem certificações ambientais


