O carnaval segue como um dos principais motores da economia do Rio e deve repetir, ou até superar, os R$ 5,7 bilhões movimentados no ano passado. O dinheiro é fruto da geração de empregos temporários, da movimentação de pequenos negócios e até das ações de grandes marcas na festa.
O efeito econômico começa muito antes dos desfiles na Sapucaí e dos blocos de rua. Uma ampla cadeia produtiva já está em funcionamento, envolvendo ensaios, eventos de pré-carnaval e produção de fantasias, adereços, instrumentos e figurinos.
No comércio, a avaliação também é positiva, mesmo com a redução de atividades em alguns segmentos durante o feriadão. A expectativa é de crescimento de 5% nas vendas no carnaval de 2026.
O impacto já é sentido um mês antes, com 8 milhões de foliões devem circular entre blocos, Sapucaí e Terreirão do Samba, e 535 mil passageiros são esperados entre quinta-feira, dia 12 de fevereiro, e segunda-feira, dia 23 de fevereiro, entre embarques e desembarques na Rodoviária do Rio S/A.


