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Azuriz, Cascavel e Cianorte e outras equipes do Campeonato Brasileiro da Série D de 2026, que também disputarão a Copa do Brasil, encaminharam solicitação à Confederação Brasileira de Futebol pedindo revisão das cotas financeiras da competição de R$ 210 mil para R$ 830 mil.
A movimentação questiona a redução dos valores destinados à primeira fase, mesmo com a diminuição do número de participantes de 80 para 26 nesta etapa em relação a 2025.
Dirigentes apontam que a CBF ampliou o total de representantes em torneios nacionais, porém manteve inalterada a premiação global da Copa do Brasil, o que resultou em redistribuição considerada desfavorável.
O impacto é maior para agremiações que já tinham vaga assegurada anteriormente, sobretudo aquelas com orçamento dependente de receitas de competições eliminatórias.
Segundo representantes dos times afetados, a ampliação das vagas teria ocorrido por decisão administrativa e política, o que levou à queda dos repasses individuais.
Os valores estimados passaram de R$ 871,5 mil para aproximadamente R$ 210 mil na fase inicial, colocando equipes não ranqueadas no mesmo patamar financeiro e gerando reação negativa entre participantes da Série D.
As equipes afirmam que o planejamento da temporada foi elaborado com base na manutenção ou elevação das cotas, utilizadas para custear logística, folha salarial e investimentos mínimos ao longo do calendário.
Em comparação com o ano anterior, a expectativa era de reajuste a partir de R$ 830 mil. Até o momento, a CBF não divulgou posicionamento oficial, e os clubes aguardam resposta formal antes do início das competições.
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Fonte:Paraná Jornal

