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A destituição do presidente peruano e suas lições para a política brasileira

O Peru destituiu seu presidente em apenas quatro meses, levantando questões sobre a fiscalização do poder no Brasil e a necessidade de transparência nas instituições.

A destituição do presidente do Peru, José Jerí, após apenas quatro meses de governo, gera reflexões sobre a dinâmica política brasileira. A sociedade peruana demonstrou que não aceita a falta de transparência e fiscalização, algo que se apresenta como um desafio no Brasil, onde a sensação de blindagem do poder é comum.

No Brasil, a baixa exigência em relação às instituições e ao poder público tem levado a um ambiente onde a fiscalização é rara. Quando autoridades são questionadas, a discussão frequentemente se desvia do controle necessário, evidenciando um quadro onde o 'jeitinho' institucional prevalece sobre a rigorosidade da lei.

A situação do Supremo Tribunal Federal também reflete essa fragilidade democrática, que se afasta dos princípios de uma democracia saudável. Essa realidade se agrava com a percepção de que o país pode estar caminhando para um estado de exceção disfarçado.

O exemplo do Peru serve como um alerta para a sociedade brasileira, que deve exigir instituições mais fortes e transparentes. A cobrança pela democracia não deve se restringir a um evento a cada quatro anos, mas ser uma constante na relação entre os cidadãos e os governantes.

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