O impacto ocorre porque o café verde já entra no mercado europeu sem tarifação, enquanto os produtos industrializados ainda enfrentam impostos. Com o tratado, cafés solúveis e outros produtos industrializados brasileiros passarão por um processo de desgravação tarifária anual até que a taxa chegue a zero em um prazo de quatro anos.
O acordo deve elevar a competitividade do Brasil no bloco europeu e estimular o crescimento dos embarques. Além disso, o tratado também pode atrair investimentos para a indústria de cafés industrializados instalada no País, gerando empregos e renda nas regiões dessas fábricas.
O setor cafeeiro acompanha de perto possíveis entendimentos bilaterais com outros mercados, como Canadá e países asiáticos. O objetivo é alcançar acordos diretos com essas nações e ampliar a presença dos cafés do Brasil nesses mercados.
O tratado cria as condições para que o Brasil avance além da exportação de café verde e ganhe espaço no mercado europeu com café industrializado, melhorando os índices de desenvolvimento humano das populações locais.


